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Laser Classe 4 penetra mais? O que depende da potência e o que depende do comprimento de onda
Essa é uma das dúvidas mais comuns em fotobiomodulação: um laser Classe 4 penetra mais do que um laser de baixa potência?A resposta correta é: não necessariamente. O laser Classe 4 não “penetra mais” simplesmente por ser Classe 4. A profundidade óptica depende principalmente do comprimento de onda e das características do tecido. Já a potência determina a quantidade de energia entregue por unidade de tempo — ou seja, quantos fótons entram no tecido a cada segundo. Em termos
Liangrid Nunes
há 5 dias7 min de leitura


Dosagem na fotobiomodulação veterinária: por que esse detalhe muda o resultado clínico?
Na fotobiomodulação veterinária, não basta “aplicar LASER”. O resultado clínico depende diretamente da dose entregue ao tecido. Quando a dosagem é mal ajustada, a resposta pode ser fraca, inconsistente ou até inferior ao esperado. Já quando os parâmetros são bem definidos, a técnica tende a contribuir de forma mais confiável para analgesia, controle inflamatório e reparo tecidual [1]. O que a ciência já mostra sobre dose em PBM A fotobiomodulação tem comportamento dose-depend
Indna Ribeiro Simeão Zenerato
22 de mai.3 min de leitura


Fotobiomodulação em feridas complexas: quando o laser pode ser um adjuvante útil?
Feridas complexas continuam sendo um desafio importante na rotina clínica. Lesões crônicas, contaminadas, profundas ou associadas a comorbidades tendem a cicatrizar mais lentamente e exigem abordagem multimodal. Nesse contexto, a fotobiomodulação surge como recurso adjuvante com potencial para favorecer o fechamento da ferida, modular a inflamação e melhorar a qualidade do reparo tecidual [1]. Em quais feridas a fotobiomodulação pode ajudar? A literatura reunida inclui difere
Indna Ribeiro Simeão Zenerato
14 de mai.4 min de leitura


Terapia fotodinâmica em câncer: mecanismos antitumorais e aplicações com relevância clínica
A terapia fotodinâmica (PDT) costuma chamar atenção por um motivo simples: ela usa luz, oxigênio e um fotossensibilizador para provocar dano tumoral de forma direcionada. Mas o que faz essa abordagem ganhar espaço na oncologia não é apenas o efeito local. Seu valor está em combinar destruição tumoral, preservação tecidual e bons resultados cosméticos, especialmente em lesões superficiais e em estágios iniciais [1]. Como a PDT age no câncer A base da terapia fotodinâmica é a g
Indna Ribeiro Simeão Zenerato
11 de mai.3 min de leitura
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