Essa é uma das dúvidas mais comuns em fotobiomodulação: um laser Classe 4 penetra mais do que um laser de baixa potência?A resposta correta é: não necessariamente. O laser Classe 4 não “penetra mais” simplesmente por ser Classe 4. A profundidade óptica depende principalmente do comprimento de onda e das características do tecido. Já a potência determina a quantidade de energia entregue por unidade de tempo — ou seja, quantos fótons entram no tecido a cada segundo. Em termos
A eletroterapia já deixou de ser vista apenas como um recurso acessório. Hoje, ela ocupa espaço em protocolos de analgesia, reabilitação muscular, cicatrização e até em aplicações oncológicas mais específicas. O ponto central, porém, é entender que “eletroterapia” não define uma técnica única, e sim um conjunto de modalidades que usam energia elétrica para modular tecidos e respostas fisiológicas [1][2][3]. Na rotina clínica, isso importa porque bons resultados dependem menos