A eletroterapia já deixou de ser vista apenas como um recurso acessório. Hoje, ela ocupa espaço em protocolos de analgesia, reabilitação muscular, cicatrização e até em aplicações oncológicas mais específicas. O ponto central, porém, é entender que “eletroterapia” não define uma técnica única, e sim um conjunto de modalidades que usam energia elétrica para modular tecidos e respostas fisiológicas [1][2][3]. Na rotina clínica, isso importa porque bons resultados dependem menos